
A atenção deve ser constante no momento dos pagamentos. A recomendação do especialista é acompanhar toda a transação, nunca entregar o cartão na mão do vendedor e evitar que terceiros realizem o pagamento fora do campo de visão do cliente. Conferir o valor exibido na maquininha antes de digitar a senha, proteger o teclado no momento da digitação e não aceitar pagamentos em terminais com visor danificado são medidas que também ajudam a evitar os golpes. Solicitar o comprovante e ativar alertas automáticos de movimentação no aplicativo também facilitam o acompanhamento das despesas ao longo do dia.
“No Carnaval, o erro mais comum é tratar o uso do cartão e do celular como algo automático. Em ambientes cheios, qualquer distração pode gerar dor de cabeça depois. Por isso, a orientação é simplificar: levar menos coisas, usar os recursos de segurança do aplicativo e acompanhar cada pagamento com calma”, afirma Livia.
No uso de aplicativos bancários, a dica é adotar camadas extras de proteção. Senhas exclusivas, autenticação em dois fatores, biometria e bloqueio automático da tela inicial do celular são medidas importantes. Também é indicado evitar conexões em redes Wi-Fi abertas ou pouco conhecidas. Em situações em que um pagamento precise ser repetido, vale conferir no aplicativo se houve alguma cobrança anterior antes de autorizar uma nova tentativa.Em caso de perda ou roubo do celular ou dos meios de pagamento, o banco orienta que o cliente entre imediatamente em contato pelos canais oficiais para bloqueio do aplicativo e das funções financeiras, além de comunicar a operadora de telefonia e registrar a ocorrência.
“Planejar os gastos também é uma forma de aproveitar melhor a festa. Quando a pessoa define limites, acompanha as movimentações e usa as ferramentas de segurança disponíveis, ela consegue curtir os blocos com mais leveza e menos preocupação”, completa a especialista.
fonte :Grupo In Press
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