
O comércio varejista do Brasil deu uma leve recuperada em agosto, subindo 0,1% em relação a julho, quando tinha caído 0,8%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, levantamento feito pelo IBGE, divulgado na quinta-feira, 15 de outubro. No acumulado de 2026, o varejo cresceu 1,7%. Em 12 meses, a alta é de 1,6%. Comparando com agosto do ano passado, o crescimento foi de 0,4%.
Das oito atividades pesquisadas, seis fecharam no azul e duas no vermelho. O grande destaque positivo foi equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com alta de 6,3%. Do lado negativo, móveis e eletrodomésticos registrou a maior queda, de 4,2%. Supermercados também recuaram, com -0,3%.
As demais taxas do mês: combustíveis e lubrificantes subiram 1,1%; tecidos, vestuários e calçados, 0,6%; artigos farmacêuticos, 0,7%; livros, jornais e revistas, 0,2%; e outros artigos de produtos pessoais, 1,4%.
Entre os estados, 14 das 27 unidades da federação registraram alta, com destaque para Rondônia (5,8%), Amapá (5,3%) e Mato Grosso do Sul (2,7%). No campo negativo, Espírito Santo caiu 3,8%, Alagoas recuou 1,3% e Rio Grande do Norte, 1,1%. Roraima ficou estável. O varejo ampliado, que inclui veículos, motos, material de construção e atacado de alimentos, caiu 0,2% em agosto frente a julho, mas subiu 0,1% ante agosto de 2025. No ano, acumula alta de 1,7%, e de 1,4% em 12 meses.
Fonte: Metropoles




