
Os preços do feijão estão firmes no mercado brasileiro, e o feijão-preto é quem lidera as altas, com as maiores valorizações registradas nos últimos dias nas praças paranaenses acompanhadas pelo Cepea, o Centro de Pesquisas do setor.
No caso do feijão-carioca, a situação também chama atenção: os vendedores estão segurando as ofertas sem abrir mão dos preços, enquanto os compradores adotam uma postura mais cautelosa diante dos avanços nas cotações.
Um ponto importante para entender esse cenário é o balanço de oferta e demanda divulgado pela Conab para a safra 2025/26. Os estoques finais estão bem apertados, com estimativa de apenas 98,1 mil toneladas.
De acordo com o Cepea, esse quadro de estoques restritos, combinado com a menor produção registrada neste ciclo, é o que está sustentando os preços em níveis mais elevados ao longo do ano.
No mês de setembro, as cotações continuam em trajetória de alta, com o avanço da comercialização da terceira safra funcionando como mais um fator de pressão nos preços do produto no mercado.
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